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Brachiaria brizantha cv. BRS Paiaguás | Revestida 5kg

BRS Paiaguás , Uma Brizantha que aguenta bem a época da seca e tem período de floração em dezembro sendo maior tempo de produção no campo. Experimente este novo cultivar que foi lançado pela Embrapa Gado de Corte.

Por R$ 73,00

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Descrição

1. O que é BRS Paiaguás
O Brachiaria brizantha BRS Paiaguás é uma nova cultivar de Brachiaria lançado pela Embrapa Gado de Corte. 

2. O que é semente Revestida
Nosso sementes é incrustada com Micro e Marco Nutriente, Herbicida e Fungicida. 

3. Características ​do BRS Paiaguás
Nome cientifico: Brachiaria brizantha cv. BRS Paiaguás
Fertilidade do solo: média
Forma de crescimento: planta de crescimento semi-decumbente, que apresenta excelente competição com plantas invasoras.
Altura: porte mediano, atingindo uma altura vegetativa de 60 a 90 cm
Utilização: pastoreio direto, fenação, consórcio com milho
Digestibilidade: excelente
Palatabilidade: excelente
Precipitação pluviométrica: acima de 800 mm anuais 
Tolerância à seca: média
Tolerância ao frio: média 
Teor de proteína da matéria seca: 8 a 11%
Consorciação: Estilosantes Campo Grande 
Profundidade da semeadura: 3 a 6 cm
Ciclo vegetativo: perene 
Produção de forragem: 8 a 14 t. ms/ha/ano
Cigarrinhas das pastagens: não tolerante
Pontos de vc/ha: 350-550

4. Principais características  BRS Paiaguás
Produtividade, vigor, produção de sementes; elevado potencial de produção animal no período seco, com alto teor de folhas e bom valor nutritivo.

5. Principais características agronômicas:
Excelente opção para a diversificação de pastagens em solos de média fertilidade nos Cerrados. Outra alternativa viável é no consórcio com o milho safrinha e a integração lavoura-pecurária.

6. Principais vantagens do BRS Paiaguás
O Capim-Paiaguás é mais uma excelente oplção para a diversificação de pastagens em solos de média fertilidade nos Cerrados. Foi selecionada com base na produtividade, vigor, produção de sementes, e apesar de não apresentar resistência à cigarrinha-das-pastagens, mostrou ter elevado potencial de produção animal no período seco, com alto teor de folhas e bom valor nutritivo.
A grande vantagem da BRS Paiaguás é durante o período seco, quando apresenta maior acúmulo de forragem de melhor valor nutritivo, resultando em maiores ganhos de peso por animal e por área. Na média de três anos produziu em ganho de peso vivo por área 45 kg/ha/ano a mais que o capim-Piatã usado como testemunha.
Os pastos da BRS Paiaguás apresentam bom controle de invasoras sob pastejo mais intensivo. Na integração lavoura-pecuária é de facil utilização com milho safrinha, para produção de forragem de outono-inverno e/ou de palhada para plantio direto. Sua dessecação requer baixas doses de glifosato.
 
7. Resitência a pragas e doenças
A BRS Paiaguás sofre dano moderado sob a cigarrinha Notozulia entreriana e dano severo sob ataque da cigarrinah Mahanarva fimbriolata. Em ambos os casos (N. entreriana e M.fimbriolata), a BRS Paiaguás mostrou-se menos tolerante que a cultivar Marandu, portanto, não é adaptada às areas com histórico de altas infestações de cigarrinhas. 
A cultivar BRS Paiaguás não apresentou sintomas expressivos de manchas foliares ou de sementes. No entanto, mostrou-se hospedeira de Pratylenchus brachyurus, não devendo ser usada em áreas infestadas pelo referido nematoide, subretudo em sistemas de integração-lavoura-pecuária.

8. Calagem e adubação
A BRS Paiaguás é semelhante às demais cultivares de Brachiaria brizanhta, sendo recomendada para uso em solos de fertilidade média. Sua implantação exige saturação por bases (V%) entre 35% - 40%. Na fase de manutenção, a reposição de Ca e Mg, por meio de calcário dolomítico, deve ser feita sempre que os teores de cálcio forem inferiores a 1,5 cmol/dm3 e quando-os de magnésio forem enferiores a 0,5 cmol/dm3. 
Essa cultivar mostrou-se bastante responsiva a níveis de P no solo entre 3 a 5 mg/dm3 (Mehlich-1) em solos com teores de argila entre 35%-60%.

9. Semeadura de pastagem
Quando em plantios convencionais os corretivos devem ser devidamente incorporados por aração e gradagens de forma a também proporcionar um bom leito para semeadura da forrageira. A BRS Paiaguás deve ser semeada no início do período das chuvas, desde meados de outubro até o final de fevereiro, com taxa de semeadura 3,5 a 5,0kg/ha de sementes puras viáveis. Taxas de semeadura mais elevadas devem ser usadas em condições desfavoráveis de preparo do solo e clima. A profundidade de semeadura deve ser 3 a 6 cm, obtidas com a incorporação das sementes com grade niveladora, ou com semeadoras reguladas adequadamente. Também pode ser estabelecida em sistemas de plantio direto.

10. Produtividade e manejo da pastagem
A CV. BRS Paiaguás destacou-se pelo maior acúmulo de forragem e maior disponibilidade de folhas, durante o período seco em estudos comparativos com a CV. BRS Piatã durante três anos completos(águas e seca) de pastejos no Bioma Cerrados.
O maior acúmulo´ de forragem e maior valor nutritivo da forragem nos pastos de BRS Paiaguás resultaram em maior ganho de peso por animal e maior taxa de lotação durante o período seco(Tabela 1), com isso maior produtividade por ano. 
Para obter os desempenhos citados Tabela 1, com sua máxima produção de carne por área, os pastos do capim-paiaguás devem ser manejados de modo a manter o pastejo a 30cm de altura. 

11. Os videos sobre o BRS Paiaguás
As Vantagens do BRS Paiaguás - Sementes Boi Gordo
Pastagem - BRS Paiaguás diferenças com o capim Piatã

12. Dúvidas sobre BRS Paiaguás
Qualquer dúvida entre em contato com o canal de atendimeto. 
67-3358-2500 ou atendimento@semenstesboigordo.com.br
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