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Panicum maximum cv. BRS Tamani Revestida 01kg

BRS Tamani é Um Novo Lançamento da Embrapa gado de corte,Um Massai melhorada. Mais folhas e mais produtividade.

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Por R$ 36,00

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Descrição

1. O que é BRS Tamani
Panicum maximum cv. BRS Tamani é novo cultivar de Panicum que foi lançado pela Embrapa Gado de corte. É um cultivar parecido com o Massai, mas com muitas propriedade melhorada que o Massai. 
É a primeira cultivar híbrida lançada pela Embrapa. A curtival foi selecionada com base no seu porte baixo, abundância de folhas e perfilhos, produtividade, vigor, valor nutritivo (elevados teores de proteína bruta e digestibilidade), resistência á cigarrinha-das-pastages e facilidade e flexibilidade de manejo e é indicada para diversificação das pastagens no bioma Cerrado. 

2. O que é semente Revestida
Nosso sementes é incrustada com Micro e Marco Nutriente, Herbicida e Fungicida. 

3. Características
Nome científico: Panicum maximum cv. BRS Tamani
Fertilidade do solo: media, alta
Forma de crescimento: cespitosa
Altura: até 1,3 m
Utilização: pastoreio direto
Digestibilidade: excelente
Palatabilidade: muito boa
Precipitação pluviométrica: acima de 750 mm anuais 
Tolerância à seca: boa
Tolerância ao frio: boa
Teor de proteína da matéria seca: 9 a 12%
Consorciação: Estilosantes Campo Grande
Profundidade da semeadura: 1 a 2 cm
Ciclo vegetativo: perene 
Produção de forragem: 15 t. ms/ha/ano
Cigarrinhas das pastagens: resistente
Pontos de vc/ha: 300-400​

4. História do BRS Tamani
A primeira cultivar híbrida lançada pela Embrapa é resultado do cruzamento entre a planta sexual S12 e o acesso apomítico T60 (BRA-007234) e foi realizado na Embrapa Gado de Corte a
partir de 1992. 
Os trabalhos de seleção foram coordenados pela Embrapa Gado de Corte em parceria com a Embrapa Acre, Embrapa Cerrados, Embrapa Gado de Leite, Embrapa Pecuária Sul e Embrapa Rondônia. O nome Tamani significa “precioso” em suaíli, a língua falada no Quênia.
A cultivar foi selecionada com base no seu porte baixo, abundância de folhas e perfilhos, produtividade, vigor, valor nutritivo (elevados teores de proteína bruta e digestibilidade),
resistência à cigarrinha-das-pastagens e facilidade e flexibilidade de manejo e é indicada para diversificação das pastagens no bioma Cerrado. A cv. BRS Tamani foi registrada em 08/07/2014 e protegida em 25/09/2014 junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

5. Descrição do BRS Tamani
A cv. BRS Tamani é uma planta cespitosa de porte ereto e baixo (até 1,3 m) com folhas verde escuras, longas, finas (até 1,9 cm) e arqueadas. As folhas apresentam baixa pilosidade. Os colmos são finos, com internódio de comprimento curto e não apresentam cerosidade. As bainhas são glabras (sem pêlos). A inflorescência é uma panícula, com ramificações primárias curtas. As espiguetas são glabras e apresentam alta quantidade de manchas roxas. Seu florescimento é precoce.

6. Calagem e adubação
A cultivar BRS Tamani é recomendada para solos de média a alta fertilidade ou após o cultivo de lavouras anuais quando em solos de baixa a média fertilidade. Apresenta resposta à calagem e adubação similar a outras cultivares de Panicum maximum. As doses específicas dos nutrientes a serem aplicadas devem ser baseadas na análise química do solo e com o apoio de técnico capacitado para tal.
Para a adequada utilização da pastagem, os níveis de saturação por bases devem estar sempre 3 entre 45-50% e os teores de potássio no solo acima de 50 mg/dm (Mehlich-1) na camada de 0 a 20 cm de profundidade. Além desses, recomendam-se os níveis dos demais nutrientes e aplicações indicados a seguir.

7. Fase de implantação
Os teores de fósforo no solo (extrator de Mehlich-1) devem estar nos intervalos a seguir, dependendo do teor de argila do solo:

<< Teor de argila e Teor de fósforo >>

É importante aplicar 30 kg/ha de enxofre (como fontes o gesso ou o superfosfato simples), no mínimo 50 kg/ha de nitrogênio (se os teores de matéria orgânica forem inferiores a 1,6%) e 40-50 kg/ha de uma fórmula FTE de micronutrientes (que contenha cobre, zinco, boro e molibdênio) especialmente em solos de cerrado, para um período residual de 3 a 4 anos.

8. Fase de manutenção da produção forrageira
A reposição de Ca e Mg, por meio de calcário dolomítico, deve ser feita sempre que os teores de cálcio forem inferiores a 1,50 cmolc/dm3 e os de magnésio inferiores a 0,5 cmolc/dm3 , na camada de 0 a 20 cm de profundidade.
Os teores de P no solo precisam ser mantidos em cerca de 80% dos teores adequados para a implantação, com reposição anual de 40 a 80 kg/ha de P2O5 dependendo do nível de produção almejado. Para atingir altas produtividades as reposições de nutrientes necessitam ser mais elevadas e com acompanhamento mais frequente.
A adubação nitrogenada visando à produção animal está diretamente relacionada ao nível de produção almejada, seja de carne ou leite. Produções de carne de 20@/ha/ano tem sido observadas com adubações entre 120 e 150 kg N/ha/ano, que devem ser aplicadas de forma parcelada durante a estação chuvosa.

9. Adaptação ambiental
A BRS Tamani é uma opção para solos bem drenados, para diversificação de pastagens no bioma Cerrado. 
Apresenta baixa tolerância ao encharcamento do solo e, portanto, não é indicada para áreas sujeitas a alagamentos  mesmo que temporários. Em condições de baixas temperaturas, apresenta maior persistência que as cvs. Massai e Tanzânia e semelhante à cv. Mombaça. Além do bioma Cerrado, a BRS Tamani foi avaliada, sob cortes, nos biomas Amazônia e Mata Atlântica destacando-se por sua qualidade.

10. Semeadura da pastagem
Em 1 (um) grama de sementes puras da cultivar BRS Tamani existem 1.050 sementes. As recomendações para semeadura desta cultivar são as mesmas da cv. Massai, ou seja, o uso de no mínimo 3 a 4 kg/ha de sementes puras viáveis (300 a 400 pontos de VC/ha). Portanto com semeadura de 3 a 4 kg/SPVha, teremos de 315 a 420 sementes/m. Uma vez que, em geral, há uma perda no estabelecimento de 80-90%, cerca de 63 a 80 plantas/m2 serão estabelecidas, sendo que o mínimo recomendado é de 20 plantas/m2.
A semeadura deve ser feita na profundidade de 2,5 a 5 cm, incorporando-se as sementes com grade niveladora ou com semeadora regulada para a profundidade recomendada.

11. Produção e qualidade da forragem
Avaliada em parcelas sob cortes manuais, a cultivar BRS Tamani atingiu a produção anual de 15 ton/ha/ano de matéria seca foliar. Nos ensaios realizados em seis localidades do Brasil, a cultivar BRS Tamani destacou-se por apresentar 90% de folhas e elevado valor nutritivo da forragem produzida, especialmente
proteína bruta (9% mais elevada que a cv. Tanzânia-1) e digestibilidade (3% mais elevada que a cv. Tanzânia-1
no período chuvoso).

12. Produção animal
A BRS Tamani, nos dois anos de avaliação no bioma Cerrado, em sistema de pastejo alternado com ciclo de pastejo de 56 dias (28 dias de ocupação e 28 de descanso) e adubação nitrogenada variando de 100 a 150 kg N/ha ano no período chuvoso, apresentou um desempenho individual dos animais 5,7% e 9,5% superior à cv. Massai nas estações de seca e de águas, respectivamente (Tabela 1). As taxas de lotação e a produtividade animal (ganho por área) foram semelhantes para ambas as cultivares.

<< Tabela 1 – Produção animal (média de 2 anos) em pastagens do Panicum maximum cv. BRS Tamani em comparação com a cultivar Massai em Planaltina, DF.>>

13. Resistência a pragas e doenças
A BRS Tamani mostrou-se resistente às ninfas das cigarrinhas-das-pastagens Notozulia entreriana, Deois flavopicta, Mahanarva fimbriolata e Mahanarva sp. em nível comparável aos verificados nas cultivares resistentes Tanzânia e Massai, e moderadamente resistente aos danos causados pelas
cigarrinhas adultas em nível comparável à cultivar Tanzânia.
Quanto às doenças, a BRS Tamani apresentou resistência intermediária à mancha das folhas, causada pelo fungo Bipolaris maydis, semelhante à cv. Mombaça. Assim como as outras cultivares da espécie, a BRS Tamani é suscetível ao nematoide das lesões radiculares (Pratylenchus brachyurus),
sendo considerada hospedeira.

14. Manejo do pastejo
A BRS Tamani é uma gramínea cespitosa, que deve ser manejada preferencialmente sob pastejo rotacionado, não permitindo altura de resíduo menor que 20-25 cm. 
As recomendações de manejo são parecidas com as da cultivar Massai, ou seja, sugerem-se períodos de descanso iguais ou menores que 28 dias no período das águas desde que os níveis de fertilidade do solo estejam adequados. No final do período chuvoso é importante aliviar a taxa de lotação em função da oferta de forragem.

15. Cooperação
A cultivar BRS Tamani foi desenvolvida em parceria com a Unipasto e é resultado de um trabalho conjunto, sob a coordenação da Embrapa Gado de Corte e com várias Unidades da Embrapa:
Embrapa Acre - Rio Branco-AC
Embrapa Cerrados – Planaltina-DF
Embrapa Gado de Leite – Juiz de Fora-MG
Embrapa Pecuária Sul – Bagé-RS
Embrapa Rondônia – Porto Velho-RO

16. Os videos sobre o BRS Tamani
Embrapa - Panicum maximum cv. BRS Tamani
Pastagem - Lançamento BRS Tamani

17. Dúvidas sobre BRS Tamani
Qualquer dúvida entre em contato com o canal de atendimeto. 
67-3358-2500 ou atendimento@semenstesboigordo.com.br
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